"Uma viajem ...

... sem destino, em busca da liberdade."

sábado, 4 de junho de 2011

Em Branco





Nos ventos do frio que carregam sobressalentes lembranças, memórias, devaneios do qual uma mente é capaz de projetar igual a um filme, uma cena, um tema. 

Muitas vezes passamos pelas tochas da inquisição, seja por vários motivos ou não. Justiça falha, nada anormal, do quel provém do homem, intolerância, falta afetiva humana. Mas ainda existe a fuga para os males: o lazer, o prazer; criemos.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ao Acaso

Uma viajem
Um pensamento,
Um creio
Um tempo

Uma fala
Uma dor,
Um tento
Uma cor

Uma luz
Um reflexo,
Uma ação
Um teto

Um sinal
Um traço
Ao acaso, ao acaso...


A.G.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O Tempo e O "Destempo"


Pressão, stress, correria. O dia a dia que se torna rotina, cheia e ao mesmo tempo vazia. O que planejamos, o que construímos, mas aonde que fica o que se realiza e o que nós sonhamos ?

O tempo voa, mas ao invés de parar o aceleramos mais, ora por medo, ora por desprezo.
 Desprezo este sim, levado muito á sério, o que não era para ser, colocando de lado o que poderia se tornar agradável e sincero.

O que começou de um jeito, torna-se de outro, nunca se preenche o que ficou pra trás, e porque não mais? Parando para pensar, é melhor se realizar, antes que sejamos obrigado á dizer: tarde demais!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Distância, a Vontade

A distância, o frio
O perto, o calor
O amor, o desafeto
A vontade, o perto


A vontade, o desejo
O querer, o medo
A esperança, a vontade
O momento, a felicidade

O desejo, o real
O sonho, o irreal
O bem, de ter
Ao meu lado, você


Pode ser?



A.G.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Refletindo...

Vivemos em um mundo de correria pela ganância. Pressões, cobranças para atingir níveis muitas vezes impossíveis, deixando de lado a preocupação com o bem-estar do próximo. Crescer á qualquer custo, visando unicamente o pessoal não importando a maneira de fazê-lo para atingir os próprios objetivos. Visões conturbadas do cotidiano, todos ao menos uma vez vivenciam esta situação, que há muito tempo se tornou corriqueira, comum, virando uma tradição ou costume passivamente aceito por muitos, e seguido á risca por outros.

Tudo no fim para “mover” a máquina do homem, estabelecendo a imposição de seu chamado “superior” que convenhamos, da palavra anterior não tem merecimento por tantas vezes ser chamado assim. A ética por estes e outros hoje é simplesmente ignorada, tudo para alcançar novamente o “objetivo pessoal” nem que para isto precise impor a sua falsa autoridade. Os que saem do “comum”, são rapidamente  colocados de lado por uma sociedade hipócrita, que não enxerga o menos importante quando é preciso, seja por má vontade ou mesmo, covardia. Fica a pergunta: em muitos casos, realmente vale a pena? Reflita.

terça-feira, 8 de março de 2011

O Caminho


O caminho
Que seguimos
Que devemos seguir
Que estamos
Porque estamos?

O caminho
Que nos leva ao fundo
Que devemos ir ao rumo
Que o vemos turvo
Porque?

O caminho
Que caminhamos
Que escolhemos
Pelo  limitado olhar humano
É o certo?



A.G.